sábado, 28 de novembro de 2015

O Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos

Thanksgiving Day

Seguindo a tradição e à semelhança de outros anos, as famílias Sinagra e Principato, de Boston, Massachusetts, juntaram-se para celebrar o seu Thanksgiving Day - Dia de Ação de Graças - e desta vez partilharam com o SetePraias alguns dos preparativos da festa cedendo-nos algumas das fotos.


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O costume de celebrar o dia de Ação de Graças - vem de há muito quando, em 1620, os primeiros colonos ingleses desembarcaram no Mayflower, na região que ficou conhecida por Nova Inglaterra, hoje o Estado de Massachusetts.


Os primeiros tempos foram difíceis e quase metade da colónia morreu por falta de comida e muitos mais teriam perecido, não fossem os nativos americanos, que povoavam aquela terra, que ajudaram e ensinaram os colonos a cultivar milho, a dominar a técnica da caça e a forma de cozinhar o milho, abóboras e frutos silvestres.



No ano seguinte as colheitas foram abundantes e em forma de agradecimento a Deus os colonos decidiram festejar essa benesse. Foi organizada uma grande festa onde conviveram nativos e colonos e onde a comida não faltou. Tudo o que se consumia na altura esteve em cima da mesa. Patos, perus, peixe, milho, vegetais, frutos secos e silvestres fizeram parte do cardápio. E assim passou a ser. Todos os anos, no outono, depois das colheitas, passou a haver um dia de festa, à semelhança da primeira, para agradecer as graças recebidas.



O dia que, mais tarde, foi instituído para essas festividades foi a quarta 5ª feira do mês de novembro. Dia esse, que a partir de 1941, o Congresso americano decretou feriado nacional.

sábado, 21 de novembro de 2015

Um dia em Bruges

O seu nome vem de Bryggia que significa “porto” em neerlandês antigo. Atualmente é Bruges em neerlandês ou Brugge em francês.


Bruges foi uma cidade portuária importante. O comércio era a sua grande e principal atividade económica, com grande impacto, nomeadamente, no comércio marítimo nos séculos XII e XIII. A indústria de lãs e tecidos incluíram esta cidade nas rotas comerciais flamengas e os navios mercantis da época faziam de Bruges a principal conexão com o comércio do Mediterrâneo.Bruges foi, inclusive, a sede do capitalismo medieval quando, no século XIV, abriu a primeira Bolsa de Valores do mundo onde se movia um sofisticado e complexo mercado financeiro.


No século XVI o Zwin, o seu principal canal que ligava a cidade ao mar começou a ficar obstruído pelo lodo e, apesar dos esforços feitos ao longo do tempo,Bruges acabou por perder o poderio económico e Antuérpia passou, desde então, a ser o centro económico dos Países-Baixos.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Histórias de Nova Iorque

Foi uma amiga que me deu a sugestão e curiosa como sou pesquisei sobre o livro e sobre o autor e acabei por o comprar. Já o li e recomendo a quem gosta de saber as histórias de outros sítios, aquelas que os guias turísticos não contam.

Neste livro Enric Gonzalez conta a história de Nova Iorque entrelaçada com as histórias daqueles que fizeram a cidade ser aquilo que é. Uma cidade com muitos defeitos. Uma cidade difícil, intransigente, intolerante, orgulhosa mas, ao mesmo tempo, envolvente, cativante e inesquecível.

Os homens quiseram construir uma Nova Iorque à sua imagem e semelhança mas a cidade é que acaba por moldar quem lá vive. 

“Em Nova Iorque senti-me em casa porque toda a gente me parecia estranha, mais estranha do que eu. A luz nova-iorquina faz sobressair as arestas e as minudências do carácter, e traça perfis singulares…” in Histórias de Nova Iorque

E Nova Iorque é, de facto, uma cidade singular, muito singular.


Enric González nasceu em Barcelona em 1959, é jornalista e trabalhou como correspondente do El País em Londres, Paris, Nova Iorque, Washington e Roma. Dele temos também “Histórias de Londres” e “Histórias de Roma” que, aliás, já estão na lista para uma próxima compra.

domingo, 8 de novembro de 2015

As viagens de Miguel Sousa Tavares pelo SUL


Miguel Sousa Tavares é um grande contador de histórias. Já li muitos livros dele e gostei! Gostei da sua forma de escrever, objetiva, clara e muito perspicaz. De certo modo, e esta é a minha opinião, faz-me lembrar a escrita de Eça de Queiróz, pela forma como faz com que as realidades descritas nos seus livros sejam intemporais.

“Sul” não é um romance, mas poderá ser lido como tal pois apesar de ser um livro de viagens, na verdadeira aceção da palavra, é igualmente e sobretudo a história da descoberta e de aprendizagem do próprio escritor durante estas viagens para lá do equador.

E com as suas histórias viajamos por todos esses lugares, conhecemos as pessoas que ele conheceu e com quem privou e ficamos com as mesmas saudades...  assim como com uma vontade irresistível de fazer as malas e partir!

Miguel viajar é olhar in Sul viagens.



sexta-feira, 16 de outubro de 2015

O Atomium - o futuro em 1958

Fala-se de futuro aqui, pela visão vanguardista de André Waterkeyn (1917-2005). Esta estrutura em ferro com 103 metros de altura representa o átomo do ferro ampliado 165 mil milhões de vezes. São nove esferas ligadas entre si por tubos que formam oito vértices.


Bruxelas - entre valões e holandeses

O que tem Bruxelas de interessante?

Ouvi várias vezes perguntarem-me quando mencionava que iria lá passar uns dias. De facto Bruxelas é sinónimo de política, de comissões e de conselhos europeus.  Cidade onde se vai a trabalho e, apenas por um ou dois dias. Mas para além disso? O que tem Bruxelas para oferecer a quem a visita como turista?

Muito, na minha opinião, pois não só Bruxelas é uma cidade muito interessante, que vale a pena conhecer, como a partir dali é muito fácil e não muito caro, visitar outras cidades belgas. Acaba por ser o dois em um, ou mais, conforme o tempo disponível que tenhamos.

Para nós foram 4 dias e meio, um dos quais guardámos para conhecer Bruges. Nos restantes, a pé e de metro lá partimos à descoberta da cidade.


Na capital da Bélgica falam-se e escrevem-se dois idiomas, o francês (herança dos valões) e o holandês (herança dos flamengos) pelo que, os nomes das ruas e dos locais aparecem escritos nas duas formas. Sempre que possível vou seguir esse princípio e desde já peço desculpa por qualquer erro ortográfico que cometa. O holandês não é o meu forte...


terça-feira, 29 de setembro de 2015

Nova Iorque - De Brooklyn a Highline Park com vistas sobre a cidade.

A Ponte é uma passagem… neste caso, para Brooklyn, um dos cinco distritos do estado de Nova Iorque e o mais populoso. Já foi uma cidade independente e, apesar de agora fazer parte da cidade de Nova Iorque, mantém uma identidade muito própria.

Atravessar a ponte de Brooklyn a pé constitui uma experiência única para os turistas na sua primeira visita a Nova Iorque, embora os Nova Iorquinos também não dispensem fazer essa travessia a pé ou de bicicleta. A vista vale o passeio. Nós fizemos o percurso Manhattan – Brooklyn, mas fazendo o percurso inverso, ao pôr-do-sol ou ao cair da noite, diz quem já o fez, permite um panorama único de Manhattan. Fica para a próxima.



A Ponte de Brooklyn foi oficialmente aberta ao público em 1883 sendo nessa altura a ponte suspensa mais longa do mundo. Pagava-se para a atravessar 1 penny (1 centavo).

Dizem que, para provar aos mais cépticos que a ponte era robusta e estável fizeram com que uma manada de 21 elefantes a atravessasse. Hoje não são elefantes que por ali passam mas a ponte ainda resiste ao intenso tráfego que se verifica diariamente.


A grande vaga de imigrantes no início do século XX deixou em Brooklyn uma marca indelével. As muitas comunidades que ali se estabeleceram contribuíram para uma grande diversidade cultural e a cidade é muito procurada pela sua vertente artística de vanguarda. 

Apenas como curiosidade, a cidade de Brooklyn abriga uma das mais importantes comunidades judaicas do mundo e é onde se encontra a sede mundial das Testemunhas de Jeová.

Algumas imagens de Brooklyn.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Lower Manhattan - Nova Iorque à beira rio


Nova Iorque não se visita em poucos dias. Nos seis dias que lá passámos muitas concessões e escolhas foram feitas, o que acaba, sempre, por ser uma boa desculpa para lá voltar...Mas enquanto não voltamos, mostramos aqui por onde andámos. Breves apontamentos e algumas fotos do que vimos e dos locais que nos fizeram ter a certeza que Nova Iorque não se esgota numa visita, nem em muitas, acho eu...


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Em Lower Manhattan caminhámos no que começou por ser uma antiga colónia holandesa, um posto comercial, na altura conhecido por New Amesterdam. Esta região foi, no século XVII, ocupada pelos ingleses e as terras concedidas ao Duque de Iorque que, numa homenagem a si próprio, lhes deu o nome de Nova Iorque.


 A conquista de New Amsterdam pelos ingleses. Johannes Vingboons (1664)

Desses tempos não se vislumbra qualquer resquício mas toda esta zona sul sobranceira às margens do rio Hudson evoca muitos acontecimentos históricos de um passado longínquo e outro assim não muito distante. 

Os primeiros colonos holandeses desembarcaram no que é hoje a zona de BatteryPark, um dos parques mais antigos da cidade localizado na ponta sul de Manhattan. O parque ao longo do rio é um agradável local para se passear e ao fim da tarde muitos são o que por lá andam.



Numa das suas praças, um monumento a lembrar os fatídicos acontecimentos do 11 de setembro. Esta bola de ferro retorcido representava o globo terrestre e foi retirada dos escombros de uma das torres. Uma homenagem muito real às vítimas do atentado.




É deste parque que partem os ferries que fazem a travessia para as ilhas mais próximas: Staten Island que vale pelo passeio de barco e pelo panorama, Liberty Island, onde se encontra a da estátua da Liberdade e Ellis Island, a ilha do Imigrante.

A melhor altura para se visitar às ilhas é de manhã apesar de as filas começarem bem cedo. Com bilhetes pré-comprados há tempo para um passeio, beber um café e aproveitar para visitar o Museu do Índio Americano, que fica em frente ao parque. Uma verdadeira lição de história muito bem documentada por peças e artefactos sobre a cultura nativa americana. O museu pertence à “Smithsoniam Institution” e a entrada é gratuita.

A caminho de descobrir um pouco mais da história americana, apanhámos o ferry para Ellis Island. Do rio é-nos proporcionada uma vista única da cidade.



Tal como os imigrantes a viam antes de chegarem ao seu novo país.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Alguns dias em Nova Iorque (I)


Altura certa para se ir a Nova Iorque? 

Seja com sol, frio, neve ou chuva a cidade tem sempre o seu encanto e as manifestações climáticas nunca dissuadiram os turistas. As temperaturas negativas não desviam os milhares de pessoas que a 31 de dezembro festejam a entrada de um novo ano em Times Square e o calor abrasador de Agosto também não é impedimento para um passeio. Nós fomos em junho e apanhámos chuva, dias de sol e uma temperatura agradável.

À chegada, a carrinha do Super Shuttle foi a nossa boleia para Nova Iorque. Marcámos, previamente, o transfer mas, facilmente se consegue arranjar lugar numa das vans das várias empresas que operam nos aeroportos. Entrámos na cidade pelo Holland Tunnel em plena hora de ponta, o que não deixa de ser uma experiência interessante. Só por curiosidade, este foi o túnel que serviu de cenário para um filme com o Silvester Stallone - Daylight - (Pânico no Túnel).



A cidade de Nova Iorque é formada por um conjunto de ilhas ligadas entre si por túneis e pontes e é composta por cinco distritos, Manhattan, Bronx, Brooklin, Queens e Staten IslandManhattan é, em princípio o distrito escolhido para a estadia pela maioria dos visitantes, embora os outros distritos, uns mais que os outros, façam parte do roteiro. 

Nós ficámos em Manhattan e a preferência era um hotel cuja localização permitisse aceder facilmente ao metro e que fosse suficientemente perto de zonas movimentadas para regressos tardios e em segurança. Assim, tendo Times Square como referência estabelecemos um perímetro dentro do qual gostaríamos de ficar. A opção recaiu sobre o Hotel@TimesSquare, a dois quarteirões da praça Times SquareUma excelente relação localização / qualidade / preço e com pequeno-almoço americano incluído que, excetuando os donuts carregados de açúcar, o chá, os iogurtes e os cereais eram suficientes para uma primeira refeição.



Depois de assinalar no mapa o que queríamos visitar chegámos a uma conclusão óbvia. Não haveria tempo suficiente para tudo. Foi difícil não ser ambicioso pois, quanto mais se sabia de NY mais se queria descobrir. Mas enfim, lá se conseguiu chegar a um consenso.




E foi assim:

Comprámos o bilhete de três dias do autocarro hop on / hop off da Gray Line cujos circuitos permitem uma panorâmica da cidade, incluindo os bairros de Brooklin, Harlem e que contemplam as principais atrações. Aproveitámos ao máximo o passe para ir aos locais mais distantes. Sempre que se desce do autocarro 1 dólar entregue ao guia significa que se apreciou do seu trabalho. Nos restantes dias fomos nova iorquinos, andámos a pé e de metro. 



Optámos, também, pelo The New York Pass, um cartão que oferece descontos e entradas gratuitas em muitos monumentos, museus e outras atrações. Combinado com as ofertas que o passe do autocarro turístico também oferece consegue-se economizar um pouco e ainda evitar as filas (e se as há) para entrar nos locais.




Come-se muito bem em Nova Iorque, é-se muito bem servido e a gorjeta sobre a fatura vai de 10% a 20% conforme se considera a qualidade do serviço prestado. E em todo o lado o esforço feito para os 20% é óbvio.

Os Delicatessen restaurants, ou Deli, como são chamados, oferecem refeições (sandwiches, pizzas, etc) económicas, variadas e em quantidades generosas.

Descobrimos uma cadeia mexicana de fastfood, El Chipotle” da qual ficámos fans. Comida biológica com sabor a México, não poderia haver melhor. E repetimos.

Quanto a restaurantes, depende do gosto de cada um e de quanto se está disposto a pagar. 

Recomendamos a zona de HellKitchen para quem aprecia uma gastronomia multi-cultural.

Em Little Italy oLa Mela oferece o sabor da própria Itália num prato.

Em Times Square, o camarão do “Bubba Gump Shrimp” patrocinado pelo Tom Hanks, na pele de Forrest Gump, vale o sacrifício do tempo que se espera para se ser atendido.

Ainda comemos uns bolos típicos em China Town, não sei muito bem de que eram feitos mas, eram doces…




Por onde andámos? Por todo o lado até onde o tempo da estadia nos permitiu. Não foi, de todo, suficiente, mas o que vimos deixou-nos vontade de voltar não uma, mas muitas outras vezes. Nova Iorque parece ser uma cidade fácil de conhecer mas não o é. Apesar da sensação de pertença que sentimos ao andar nas suas ruas, da familiariedade do seu ambiente, haverá sempre algo que nos irá surpreender, logo ali, ao virar da esquina...

... como as fantásticas compras na "Century 21" onde os preços conseguem, muitas vezes bater os dos grandes armázens "Macy´s" ou "Bloomingdale´s". (informação útil  e dicas sobre o "Century 21" no site SundayCooks.) 

Mas nem só de preços vivem as compras e os olhos também se deliciam perante as fabulosas montras das lojas da 5ª avenida e a entrada é livre.



Brevemente virão fotos e outras histórias sobre Nova Iorque...

domingo, 9 de agosto de 2015

Cambridge a cidade dos reformistas e dos visionários


Um dia para visitar Cambridge o Ducado de William e Kate Middleton.

Como todas as cidades situadas às margens de um rio, Cambridge foi um porto fluvial relativamente importante e o comércio de lãs, tecidos e produtos agrícolas trouxe-lhe riqueza e influência suficiente para se tornar no século XIII um centro universitário, essencialmente, constituído por académicos oriundos de Oxford que fugiam das perseguições da igreja tradicionalista.



São 800 anos de história, cultura e tradição que tornaram este centro universitário num dos mais respeitados e conceituados do mundo. Uma das universidades mais antigas do mundo, formou grandes homens da ciência, entre eles, muitos prémios Nobel.

São 31 as faculdades (colleges) que formam a Universidade de Cambridge. Instituições independentes gerem a sua riqueza, têm o seu próprio orçamento e instalações próprias e algumas funcionam como autênticos estados dentro do "campus".

Trinity College o mais aristocrático dos colégios foi fundado por Henrique VIII. Aqui estudaram membros da família real inglesa e muitos nomes ilustres como Francis Bacon, mas um dos seus alunos mais notáveis foi, sem dúvidaIsaac Newton



Esta faculdade é uma das mais elitistas e continua a ser a que tem nos seus quadros menos alunos originários de escolas públicas. É o centro universitário mais rico de Cambridge. Diz a lenda que, depois da coroa, é a mais rica proprietária de terras do Reino Unido e que se pode ir de Cambridge a Oxford atravessando apenas as suas propriedades.




King’s College é um dos edifícios mais bonitos e mais imponentes de Cambridge. Importante pólo de pesquisa tem um hospital escola e é o maior centro de formação médica da Europa. 



A sua capela começou a ser construída em 1446 na era dos Tudors e a sua biblioteca que data da mesma altura possui manuscritos raros e para cima de umas 130.000 obras.


De King’sCollege saíram vários prémios nobel, entre eles, Peter Higgs (busão de Higgs) Nobel de Física. Outros:

Fonte: Wikipédia

Na rua do King’sCollege, um pouco mais à frente encontramos numa esquina o gafanhoto mais famoso do Reino Unido, o Chronophage, ou aquele que come o tempo. Num movimento perpétuo em cima do relógio Corpus Christi.



Um passeio de punting (gôndolas de Cambridge) pelo rio Cam dá a conhecer uma outra perspetiva da cidade. Do rio podem avistar-se os interiores e os jardins da maior parte das faculdades. Algumas delas só assim podem ser avistadas pois estão interditas aos turistas.



Cambridge é uma cidade muito agradável com um ambiente universitário muito intenso. 


O meio de transporte mais utilizado.


Cambridge soube aproveitar tudo o que lhe foi dado criando condições para que a tradição académica possa coexistir pacífica e proveitosamente com os seus habitantes e com os muitos turistas que diariamente a visitam. O progresso não alterou a história e na parte mais antiga da cidade, lojas, bares e restaurantes aproveitaram os velhos edifícios e deram-lhes um novo propósito.






Market Square, onde se realiza o mercado de rua. De tudo um pouco encontramos aqui, desde artigos para a casa, roupas, doces, queijos e as clássicas “steakpies” inglesas (tartes de carne). Uma boa alternativa para uma refeição rápida e económica.




E isto é apenas uma pequena amostra. É de facto um passeio muito agradável e se tiver oportunidade visite Cambridge durante a época escolar num dia de semana e sinta o ambiente estudantil no seu auge. 


De Londres é rápido e relativamente fácil lá chegar.

De comboioAs passagens em horário peak off (viajar entre as 09H30 e as 16H00 ou depois das 19H00) são consideravelmente mais baratas. Da Estação de King's Cross saem comboios para Cambridge Station de meia em meia hora e o percurso demora cerca de 50 minutos. Da estação de Liverpool Street os horários dos comboios são mais espaçados e a viagem é mais demorada.

De Autocarro - o preço dos bilhetes é mais barato que o comboio mas a viagem pode demorar cerca de 3 horas dependendo do trânsito.Victoria Station (centro de Londres)

Uma outra alternativa será optar ir num tour organizado com guia turístico e aqui a oferta é muita. 

Mas vá de comboio e aproveite para conhecer a Estação de King's Cross. Beba um café antes da viagem e aproveite para tirar uma foto na plataforma 9 and 3/4 entrada para o universo do Harry Potter.